segunda-feira, 30 de julho de 2007

Prosa poética nº 1 de 25/05/2005

É preciso entrar na toca do coelho, se perder no espaço vazio. Descobrir quão fundo o buraco é.

Fui iluminado pela sequidão da rocha, e a vultuosa beleza de seus sulcos. Descobri que o espaço de nossos ombros, acostando as cabeças de um e outro, são uma vastidão recíproca. Transporte. É preciso ser jogado de frente a qualquer lado, e tão rápido, que se imagina ainda estar lá atrás, quando na verdade já se está aqui.

Hoje uma árvore, a qual não sei o nome - não se sabe mais nome de árvores, flores ou pássaros – fez questão de despencar inúmeras folhas e pétalas ao vento, bem na minha frente, quando lhe desferi a visão. E a tarde que era cinza e fria, continuou cinza e fria, só que um pouco mais bela.

É preciso uma higiene espiritual que nos lave do dia-dia. Um psicotrópico poderoso. Uma fuga, mas não do caminho certo, apenas do mais corriqueiro. Lembrei do som do teu riso e acabei rindo também, dentro de mim. Dá-se importância ao que não importa, e esquece-se do importante. Agente sabe, quando está sozinho ao lado daquele alguém, o segredo do Universo. É tão simples! O problema é querer poluir-lhe com palavras.

Dormir é estar ciente de tudo. Quero todas as pessoas. Teu olhar embriagante – eles não sabem de nada. Fico sem déu entre as notas, acordes e cadências. Parece uma escada que sobe muito e bastante. Em cada ponta de seus dedos, uma unha. Esmalte. Meu coração agora só fala, esqueceu-se de bater. Perdeu sua função. Que maravilha! Um coração que não mais SERVE, agora DITA.

Porque das cores? Quão absurdas elas são! Visões, manchas. Tenho que teclar essa infinidade de botões até ocupar toda a memória do computador. Vamos subverter colorido. Viva o absurdo, o ignóbil!

Ah... Descansa agora. Contempla, olha, para, escuta e vê. Não filtra nada. Não percebe o tempo. Eterno momento. Toque. Existe outro ser que também te sente quando tocas alguém. Vida! É também absurdo... Calor de um corpo. Algo queima dentro das pessoas. Química. Elementos, condições e situações.

Será que pode-se falar, de qualquer forma, em acaso? Não será também destino tão impossível quanto? Não é que se viu tanta coisa e nem fomos tão fundo quanto a raízllksdlaskdç alksdçaslkdjçalskdfjlçaskdfçalsk djçalsdkjfçlaksdjfçalskdjfçlasdkfjçalskdf

Çlakdsjçaslkdlçksdlklsdjçslk dlsakdjlçklsdlsdkaslçdkflçasdklaskdfçlaskldas lçkçalskldslakdjsadlçkfjsdlçdk çlakdaçlsdkj s çlkds sdsdlk lkd fjkdl kd kdçça dkfj lakdjf akdkfjdkfd jkdoakfala dla a lça çalk fçadç pad pasdpdpodpsdfpodop fjçdkaj~~]sldj~p a~~lççsjd çdçllçk fkdjfjaç d d dç aççaççaçdofpaowe apõasç~çççãsdja~pwppowee oddsç çdçlakf aspõa poawpo wpãjd spsd sdpsd sdpõsdpõa ã ap~dpo aõdvpãsd addp asspo pooas ppoaaps asddposdposadp~jvm papwpwejiopuhae ã apov p~pa~v~çasdjv~vãsd~.

Viu como são limitadas as palavras? Ademais são só um desenho; ainda não for intencional, frustram-se qualquer pretensão de ser qualquer tipo daquilo que chamam arte. Parece haver uma necessidade entre comunicação e arte.

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